Uso Terapêutico do Deca-Durabolin no Desmame da Ventilação Mecânica

Publicado em 11 de março de 2015

Uso Terapêutico do Deca-Durabolin no Desmame Difícil da Ventilação Mecânica

Artigo de revisão

Dra. Alethéia Eskel Auriema* e Dr. Douglas Ferrari**
aletheiaeskel@yahoo.com.br

* Fisioterapeuta e Supervisora do Curso de Aprimoramento em Fisioterapia Respiratória, pela ISCMSP – Unidade Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG).
Especialista em Fisioterapia Cárdio-respiratória pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP),
Pós-graduada em Fisioterapia Respiratória pela UNICID e
Mestre em Terapia Intensiva pela SOBRATI.
*Orientador,Médico Intensivista e Presidente da SOBRATI.

Uso Terapêutico do Deca-Durabolin no Desmame Difícil da Ventilação Mecânica

Uso Terapêutico do Deca-Durabolin no Desmame Difícil da Ventilação Mecânica

 Resumo: 
O uso do esteróide anabolizante como o Decanoato de Nandrolona, comercialmente conhecido como Deca-Durabolin pode ser usado como um adjuvante para a fisioterapia cárdio-respiratória, pelos fisioterapeutas intensivistas, em pacientes internados e acamados, pois são os mais suscetíveis a complicações causadas pelo repouso prolongado no leito durante a hospitalização, porque ocorre a redução da massa magra em torno de 40% e a utilização do esteróide anabolizante, promove o aumento da síntese protéica, diminuição da fadiga, aumenta a retenção de glicogênio, favorece o metabolismo dos aminoácidos, inibe a atuação do cortizol, que é liberado pelo stress e aumenta a força de contratilidade muscular, que durante a reabilitação cárdio-pulmonar aumenta a capacidade aos exercícios e como conseqüência promove o treinamento muscular ventilatório, facilitando no desmame da ventilação mecânica.

Abstract:  

The use of anabolic steroids as Decanoato of Nandrolona, commercially known as Deca-Durabolin can be used as an adjunct to physiotherapy cardio-respiratory, by physiotherapists intensive, inpatient and debilitated, as are most susceptible to complications caused by the rest No prolonged bed during hospitalization, occurs because the reduction in lean mass around 40% and use of anabolic steroids, it promotes the increase in protein synthesis, decreased fatigue, increases the retention of glycogen, promotes the metabolism of amino acids, inhibits performance of cortizol, which is released by stress and increases the strength of muscle contractility, which during the cardio-pulmonary rehabilitation increases the ability to exercise and as a result promotes the ventilatory muscle training, facilitating in the weaning of mechanical ventilation.

Descritores:
         Anabolizantes, Deca-Durabolin, decanoato de Nandrolona, esteróides, fisioterapia, reabilitação cárdio-pulmonar.

Introdução:

O uso do Deca-Durabolin (Decanoato de Nandrolona) é usado na medicina desde os anos trinta, mas os trabalhos realizados na sua grande maioria foram por evidências clínicas, por isso ainda existe a controvérsia  sobre o seu uso, por serem hormônios muito poderosos e que podem mudar um indivíduo. Entretanto, este estudo é sobre pacientes debilitados e acamados que necessitam de força muscular o mais rápido possível, para promover o treinamento muscular ventilatório e realizar o desmame mais precoce possível do ventilador mecânico, pois devido a perda do drive ventilatório, diminuição da força muscular ventilatória e a dependência da ventilação mecânica, tornam o desmame e o restabelecimento da ventilação espontânea cada vez mais difícil.
Objetivo:
Este estudo é uma revisão da literatura que tem como objetivo demonstrar, através da especialidade Fisioterapia Intensiva, criada em 2001, como os benefícios do uso do Deca-Durabolin, associado ao treinamento muscular respiratório, induz a reabilitação pulmonar em pacientes acamados que apresentavam repercussões negativas como atrofia dos músculos respiratórios pelo uso prolongado do ventilador mecânico.

Material e método: 

Artigo de revisão através de artigos.

Importância:

O Deca-Durabolin é um esteróide, que originalmente foi desenvolvido pela Organon, mas atualmente diversos outros laboratórios produzem este esteróide, como o Extraboline da Grécia e o Dynabolon da Itália que é uma variação do decanoato de nandrolone sendo mais androgênico do que a Deca original. A Deca em sua forma original é moderadamente androgênica com boas propriedades anabólicas, sendo utilizado para ganho de massa muscular, como uma droga de base para todo o ciclo de esteróide por evitar inflamações e dores articulares que podem ocorrer devido a realização de treinamento muscular.
O esteróide anabolizante tem a propriedade de ativar o metabolismo
protéico, aumentando a força de contratilidade muscular, diminuindo a fadiga
e ajudando no crescimento dos músculos (efeito anabólico).
A indicação de suplementação de substâncias ergogênicas como o Deca-Durabolin para os pacientes com DPOC, baseia-se no fato de que estas drogas podem evitar, ou minimizar, o catabolismo e ou estimular a síntese protéica, diminuindo a depleção de massa muscular e aumentando a capacidade de exercício (17) e melhorar o estado nutricional, com ganho de peso à custa do aumento de massa magra sem alteração da adiposidade (8). A perda progressiva de peso é um achado comum nos pacientes com
doenças debilitantes, como no caso dos pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI) e comumente, é acompanhada de redução da massa muscular esquelética, devido à inatividade física. Em indivíduos saudáveis, a suplementação ergogênica é utilizada para aumentar a tolerância ao exercício, postergar a fadiga, ou estimular a síntese protéica muscular, visando assim à melhora do desempenho físico (6).

Histórico:
Há estudos do uso de anabolizantes desde a Antigüidade, onde os órgãos sexuais e suas secreções eram utilizados para o tratamento da impotência e como afrodisíacos (12).
No final do século XIX, o fisiologista francês Charles Eduard Brown-Séquard experimentou uma terapia de rejuvenescimento, administrando, em si mesmo, injeções de um extrato líquido derivado de testículos de cães e porcos da índia, e relatou aumento da sua energia intelectual e da sua força física (12). No término da Segunda Guerra Mundial, os androgênios eram utilizados no tratamento de pacientes em condições terminais ligadas à debilidade crônica, bem como no traumatismo, em queimaduras, na depressão e na recuperação de grandes cirurgias (12,2).
No entanto, somente na década de 50, os esteróides anabolizantes tiveram maior aceitação para o uso na medicina (3). Atualmente, os anabolizantes têm sido administrados no tratamento das deficiências androgênicas, como em pacientes com hipogonadismo e eugonadais (2), puberdade e crescimento retardados, micropênis neonatal, deficiência androgênica parcial em homens idosos, deficiência androgênica secundária a doenças crônicas, e na contracepção hormonal masculina (4). A terapia androgênica pode, também, ser utilizada no tratamento da osteoporose, na anemia causada por falhas na medula óssea ou nos rins (2,4), do câncer de mama avançado (9), em garotos com estatura exagerada (4), e até mesmo em situações especiais da obesidade (5). Há relatos de uso de esteróides anabólicos em baixas doses por via transdérmica no tratamento de doenças
cardiovasculares, tendo efeitos antiaterogênicos e como agentes antianginosos (10). Os esteróides também têm sido utilizados no tratamento da sarcopenia relacionada ao HIV e em pacientes que apresentam fadiga muscular pela doença renal crônica submetidos à diálise (13), da sarcopenia associada à cirrose alcoólica, à doença obstrutiva pulmonar crônica (DPOC), e da sarcopenia em pacientes com queimaduras graves (7).
Recentemente, foi demonstrado que a utilização dos esteróides anabolizantes acelerou o crescimento linear e teve alguns efeitos benéficos no retardo da fraqueza em pacientes com distrofia muscular de Duchenne (11). De acordo com o American College of Sports Medicine (1), o aumento da força muscular obtido através da combinação de exercícios de alta intensidade com dieta apropriada pode ser maximizado utilizando os esteróides anabolizantes. Também há estudos que relatam o uso de nandrolona em pacientes com AIDS, na qual observaram uma grande melhora na imunidade imediata das células e no ganho de massa muscular, devido às perdas corporais. Em pacientes osteoporóticos, tem demonstrado detenção da perda óssea e uma redução do índice de fraturas, além de produzir um notável alívio nos sintomas clínicos , em particular da dor.

Aspectos farmacológicos Clínicos:
O decanoato de nandrolona, conhecido como Deca-Durabolin é um preparado anabólico injetável, para administração intramuscular de solução oleosa e que cada ml de solução contém 25 ou 50 mg de decanoato de nandrolona. A duração de ação é de cerca de três semanas. A nandrolona em doses terapêuticas, não causa diminuição dos níveis de lipídios HDL no sangue.
O perfil anabólico do Deca-Durabolin, segundo estudos metabólicos realizados em humanos, demonstra efeitos anti-catabólicos e poupador de proteínas, como também os efeitos favoráveis no metabolismo do cálcio em casos de aumento de excreção de cálcio na urina e na osteoporose.
E a nandrolona é um produto natural, encontrado em cavalos, gados e javalis (14).

Via de administração:
Deverá ser administrado por injeção intramuscular profunda, devido seu veículo oleoso.

Ação Osteo-muscular:
A testosterona e os esteróides anabolizantes se ligam a um receptor androgênico na musculatura do esqueleto e em outros órgãos. Este complexo esteróide-receptor faz com que o mecanismo genético do núcleo celular produza ácido ribonucléico mais rapidamente, que é utilizado para sintetizar mais proteínas no ribossomo da célula. No músculo, algumas dessas proteínas são a actina e miosina, proteínas contráteis produtoras de energia, que podem gerar força.
Os anabolizantes quando administrados, entram em contato com as células do tecido muscular e agem aumentando o tamanho dos músculos e do teor mineral-ósseo.
Em doses altas, os anabolizantes aumentam o metabolismo basal e o número de hemácias.

Ação na musculatura respiratória:
O mecanismo de ação esperado é um aumento da força muscular, da resistência diafragmática, e da capacidade respiratória, após a reabilitação cárdio-pulmonar, e a conseqüência é o aumento do limiar de fadiga muscular respiratória, diminuição do tempo de dependência do paciente ao ventilador mecânico e  assim facilitando o desmame difícil.

Precauções e cuidados: 
Pacientes portadores de insuficiência cardíaca, diabéticos, disfunção renal, hipertensão, carcinoma mamário, metástases ósseas, epilepsia, enxaqueca e disfunção hepática, pois os esteróides podem induzir a retenção de líquidos, aumentar a tolerância à glicose , diminuir a necessidade de insulina ou outras drogas antidiabéticas e podem induzir a hipercalcemia e a hipercalciúria.
Reações adversas:
Em altas doses, tratamento prolongado ou administração muito freqüente podem provocar rouquidão, acne, amenorréia, retenção de água e sal.

Contra-indicações:
Os esteróides não podem ser indicados em caso de gravidez e suspeita ou casos confirmados de carcinoma prostático ou mamário no homem.

O auxílio do Deca-Durabolin no desmame difícil:
A ventilação mecânica quando empregada prolongadamente (três ou mais dias), conduz à dificuldade no desmame do ventilador mecânico em cerca de 20% dos casos. Muitas são as causas que contribuem para a incapacidade de determinados pacientes voltarem a ventilar espontaneamente, dentre elas a disfunção muscular ventilatória, desnutrição, perda excessiva de massa muscular.
Alguns autores têm realizado experimentos com o objetivo de investigar os efeitos da ventilação mecânica controlada sobre o músculo diafragma. O uso da ventilação mecânica controlada por quarenta e oito horas leva a hipotrofia do músculo diafragma, gerando redução de força isométrica e de massa diafragmática. Nos estudos mais recentes, verificou-se  que, com menos de dezoito horas de ventilação mecânica, já existe disfunção contrátil e início de hipotrofia (16). Os pacientes que permanecem sob a ventilação mecânica prolongada, acabam por perder a força muscular e acabam se acomodando ao ventilador, portanto tornando o desmame cada vez mais difícil.
Neste sentido, estes evoluem por tempo prolongado na assistência ventilatória invasiva por conta da falência ventilatória, sendo necessário à utilização de técnicas realizadas pelos fisioterapeutas intensivistas (15), como treinamento muscular respiratório (uso da sensibilidade do ventilador mecânico), associado ao uso do Deca-Durabolin.
A grande maioria dos pacientes em utilização de ventilação mecânica, não apresenta dificuldade em serem desmamados, a real dificuldade reside em 5% a 30% dos casos, onde a conduta da equipe, bem como o seu bom desempenho diagnóstico e terapêutico é primordial para manter os doentes ditos de difícil desmame, englobando essencialmente os pneumopatas crônicos, agudos graves, com doenças neuromusculares e multissistêmicas, em doentes potencialmente de fácil desmame.

Técnicas para o desmame (Protocolo do HSLG -ISCMSP):
·         Tubo “T” – Teste de respiração espontânea (Trinta minutos até no máximo duas horas  em tubo T);
·         VPS – ventilação por pressão de suporte (PS =< 7 CmH2O);
·         CPAP – Ventilação por pressão positiva contínua nas vias aéreas (Peep =<5 CmH2O).

Sinais de intolerância à retirada do VM:
         Freqüência respiratória >35rpm, SatO2 <90%, freqüência cardíaca >140 bpm, o uso da musculatura acessória, sinais e sintomas (agitação, sudorese, rebaixamento do nível de consciência).
Os pacientes que falharem neste teste deverão retornar a ventilação mecânica e permanecer por 24 horas em um modo ventilatório que ofereça conforto.

Fatores que levam ao insucesso do desmame :
Hipoxemia, fadiga muscular respiratória, atrofia muscular, lesão do nervo frênico,                     laringoespasmo , edema de glote e sedação.

Se o paciente durante o processo de desmame, apresentar sinais de falência respiratória, deve retornar à ventilação mecânica para que possa estar assegurado um período de descanso da musculatura respiratória, por isso as Unidades de Terapia Intensiva, devem ter um
planejamento de manobras especiais, como o treinamento muscular respiratório, realizado pelos fisioterapeutas intensivistas associado à administração do Deca-Durabolin.
A participação de toda a equipe multiprofissional (médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, etc) é muito importante no processo do desmame do paciente, pois retirar o paciente da ventilação mecânica pode ser mais difícil que mantê-lo no ventilador e o processo do desmame tem início quando o paciente começa a respirar espontaneamente.

Discussão:
A eficácia do uso do Deca-Durabolin vem sendo demonstrada através do auxílio de trabalhos científicos e estudos por evidências, que revelam uma técnica segura quando utilizada para o tratamento de pacientes debilitados e que permaneceram por um tempo prolongado no ventilador mecânico, pois favorecem a melhora das condições de saúde do paciente quando administrados corretamente e considerando-se o impacto que a reduzida massa muscular parece exercer sobre a morbidade e a mortalidade em pacientes debilitados. O uso do Deca-Durabolin em curto prazo desenvolve o corpo e deve ser indicado a pacientes que necessitam, como se fosse a dose fisiológica produzidas pelo nosso próprio organismo, que no momento esta em déficit.
Portanto, poucos estudos controlados e randomizados foram realizados com intervenções ergogênicas, mas a revisão da literatura disponível permite assinalar que os esteróides anabolizantes, desde que utilizados em doses adequadas e por tempo limitado, parecem ser os mais promissores para os pneumopatas e pacientes debilitados.       É de extrema importância que os pesquisadores continuem publicando estudos e pesquisas relacionadas ao uso do Deca-Durabolin, para que os Fisioterapeutas intensivistas possam reabilitar cada vez mais seus pacientes com total conhecimento e segurança.
Entretanto, o efeito positivo do Deca-Durabolin para ganho da massa muscular e a melhora da tolerância ao exercício, somente tem resultado quando estiver correlacionado com a reabilitação cárdio-pulmonar, devido o recondicionamento muscular respiratório.
Os efeitos prejudiciais dos anabolizantes dependem do tipo de anabolizante usado, da dose usada e do tempo de uso. Quanto maior for à dose e quanto maior for o período de uso, maior é a chance de desenvolver efeitos colaterais.
“A diferença entre o remédio e o veneno esta na dose” (Hipocrates).

Bibliografia:

1.      American College of Sports Medicine: http://www.acsm.org/
2.      De Rose E.H., Nóbrega A.C.L. Drogas lícitas e ilícitas. In: Ghorayeb N, Barros TO. Exercício. São Paulo: Atheneu, 1999;395-405.
3.      Cowart V.S. Ethical, as well as physiological, questions continue to ariseover athletes’ steroid abuse. JAMA 1989;261:3362-7.
4.      Conway A.J., Handelsman D.J., Lording D.W., Stuckey B., Zajac J.D. Use, misuse and abuse of androgens. The Endocrine Society of Australia consensus guidelines for androgen prescribing. Med J Aust 2000;172:220- 4.
5.      Corrigan B. Dehydroepiandrosterone and sport. Med J Aust 1999; 171:206-8.
6.      Dâmaso, A. Nutrição e exercício na prevenção de doenças. São Paulo: Medsi; 2001.
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15.      Rodrigues K.P.L. Protocolo de treinamento muscular ventilatório – Baseado no índice de desmame ventilatório – IDV; 2006.
16.      Sarmento,G.J.V. Fisioterapia Respiratória no Paciente Critico; São Paulo: Editora Manole;2005.
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