Uso do laser de 905 nm na reparação de ferida aberta

Publicado em 10 de março de 2015

O uso do laser de 905 nm na reparação de ferida aberta

…além dos altos custos econômicos decorrentes dos cuidados com curativos e internações.

Uso do laser de 905 nm na reparação de ferida aberta

Uso do laser de 905 nm na reparação de ferida aberta

Dentro deste contesto, é crescente o interesse em se descobrir e desenvolver meios de tratamento para as úlceras crônicas. Associado ao tratamento padrão como bandagens compressivas, elevação do membro, curativos e repouso, a laserterapia de baixa intensidade vem sendo empregado como um recurso fisioterapêutico capaz de apresentar resposta efetiva na cicatrização tecidual. Objetivando mostrar a eficácia do laser de 905 nm de InGaAs no tratamento da referente ferida. Onde o sujeito foi submetido a aplicação de laser. O resultado foi avaliado através de registro fotográfico e mensuração da área da ferida, onde revelou progresso do processo de reparação, revelando a eficácia do laser InGaAs de 905 nm no tratamento da referente ferida.

Palavras-chave: laser de baixa intensidade, úlcera infecciosa, comprimento de onda e fisioterapia.

Abstract

The wounds are responsible for a high index of morbidy and mortality, resulting in difficult situations for the patients and their patients and their parents, beyond high costs with cares and internmemt.In this contest, there is a growing interest to disciver and develop ways of treatment for ulcers. In association to traditional treatments as nursing care, elevated limb and rest,the low intensity lasertherapy have bee used as a physiotherapeutic resource that shows an effective answer is scaring process.Objectifying to show to the effectiveness of the laser 905nm of InGaAs in the treatment of the referring wound. Where the citizen was submitted the application of the laser. The result was evaluated through photographic register and mensuração of the area of the wound, where it disclosed progress of the repairing, disclosing the effectiveness of the InGaAs laser of 905nm in the treatment of the referring wound.

Key-Words: low intensity laser, ulcers infectious, wavelength e phisiotherapic.

1. Introdução

Os estudos in vivo em animais de laboratório bem como estudos clínicos em pacientes apoiam a teoria de que a regeneração tissular e a cicatrização de feridas são favorecidas quando tratadas com laser de baixa potência. Desde que MESTER (1966), nos anos 60, publicou seus primeiros resultados no tratamento de úlceras crônicas com laser de rubi operando em baixa intensidade de energia, foram publicados estudos e efeitos desse tipo de terapia com laser tanto em clínica humana como em animais, além de inúmeros trabalhos in vitro.

Ao princípio refletiam casos pontuais ou experiência de alguns poucos clínicos cuja casuística apresentada era pequena e pouco significativa. Além disso a metodologia empregada nesses estudos era de pouca qualidade científica e contestável em termos da casuística apresentada, havendo uma variedade enorme de parâmetros de irradiação e modelos de trabalho. Pouco a pouco foram aparecendo trabalhos seguindo uma metodologia mais adequada e homogênea além de parâmetros mais reproduzíveis e menos passíveis de contestação. Estudos a duplo cego e seguimentos a longo prazo começaram a dar mais qualidade e subsídio aos resultados obtidos nessas pesquisas.

A maioria das publicações in vivo apresentavam estudos em animais e humanos tratados com laser de baixa potência demonstrando sua ação sobre a síntese e remodelação de colágeno, número de fibroblastos, diâmetro e força de tração das feridas tratadas, viabilidade dos enxertos tratados, vascularização, vasodilatação, sistema linfático, efeito antibacteriano e imunológico, seus efeitos sistêmicos, e apenas alguns poucos estudos acerca da ação dessa terapia sobre o tecido periodontal, ou sobre sua ação diretamente em enfermidades associadas à prática odontológica (RIGAU, 1996).

MESTER produziu uma série de trabalhos desde meados da década de 60 (1966, 1969, 1971a, 1971b, 1971c, 1972, 1973a, 1973b, 1973c, 1974, 1975, 1977, 1978, 1982, 1984) até sua morte, em 1984 e concluiu que o laser de baixa potência acelerava a divisão celular. Observou em seus trabalhos feitos ao longo desses anos, um significativo aumento dos leucócitos que participavam na fagocitose e maior síntese de colágeno por parte dos fibroblastos tratados. Além disso observou que havia uma regeneração mais precoce de vasos linfáticos nos grupos tratados, o que o levou a concluir que facilitava o desenvolvimento do tecido de granulação.

2. Objetivo

O objetivo deste trabalho é de demonstrar a eficiência do laser de baixa potência no processo de reparação de feridas abertas demonstrando um (1 ) caso em evidência.

3. Metodologia

Este estudo foi composto por um colaborador, o paciente J.O.A, 45 anos, com história de Erisipela, datado seu acometimento em maio de 2003. Este foi submetido a exercícios cinesioterápicos em região de artelhos, tornozelo, joelho e coxo-femural, associado a laserterapia, além dos outros procedimentos rotineiros. A limpeza da ferida foi realizada com gase e soro fisiológico a 0,9%, visando a retirada da pomada colagenase (cloranfenicol), cujo uso não foi suspenso devido recomendações médicas.

As sessões foram realizadas na Fisioclínica das Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), onde em primeira instância foi realizada avaliação composta de anamnese e exame físico.

A avaliação da doença, foi realizada através da mensuração do tamanho, profundidade, e data do último debridamento, acompanhado de séries progressivas de fotos com qualidade digital, visando demonstrar o progresso do processo de reparação tecidual local.

Para o atendimento foi utilizado laser de baixa intensidade, cuja denominação é InGaAs Moevd, tipo caneta, com comprimento de onda de 905 nm, com potência de 20 W/de pico, modo contínuo, e aplicação de forma pontual, com densidade de energia progressiva, onde foram adotados 3 j/cm2 com tempo programado automaticamente (36 seg. por ponto ). Fora observado que com o decorrer das sessões, devido o progresso deste processo de reparação e melhora da capacidade de absorção de energia pela célula, notou-se que havia necessidade do aumento da dose da aplicação, então sendo trabalhado com 6 j/cm2 na região da borda e região interna da ferida. Como se observou a importância da distribuição do fluxo sanguíneo na área afetada e o quanto essa irrigação é importante para o reparo tecidual, trabalhou-se em cima de 10 j/cm2, no intuito de aumentar o aporte sanguíneo da região ( tanto na entrada como na saída do sangue ), pontuando a caneta sobre a artéria tibial anterior e no trajeto da veia safena parva.

Para a realização adequada deste tratamento, foram utilizados os seguintes materiais: luvas de látex para procedimentos, câmera fotográfica, sorofisiologico a 0,9%, gase e termo de consentimento (anexo1).

3.1. Método

Posteriormente à realização das avaliações, foi imposto termo de consentimento livre e esclarecido e de posse da aceitação, registros fotográficos, citados anteriormente.

As sessões foram realizadas duas vezes por semana, consistindo na aplicação do laser InAsGa, cinesioterapia passiva, ativo-assistido e ativo visando promover a melhora do retorno venoso e do aumento da nutrição tecidual local; respeitando o nível de dor do paciente, não sendo esta o fator considerável para o trabalho.

A aplicação foi realizada na borda da úlcera e a distancia pré-determinada foi de 1 cm de ponto para ponto. A mensuração da área da úlcera foi realizada por um programa de computador chamado Imagelab onde foram feitas medidas de largura, comprimento e área total da lesão em centímetros.

Na aplicação da região interna do processo ulcerativo, foi realizado o tratamento através do toque da caneta sobre o local da lesão, sendo esta protegida por um filme de PVC transparente ultra-fino.

A avaliação local da derme lesionada foi realizada em todas as sessões no decorrer do trabalho. Foram realizados quatro registros fotográficos, sendo utilizados para o trabalho apenas dois, no primeiro dia de atendimento e a seguinte em fase final do trabalho. O paciente foi atendido em um período de dezeseis semanas, de 24/07/2003 a 06/11/2003. O paciente ainda esta sendo submetido a terapia proposta por tempo indeterminado, visando total cicatrização tecidual e melhora funcional do mesmo. Foram realizados aproximadamente oito sessões por mês, sendo considerado faltas e feriados, totalizando vinte e nove sessões de laserterapia.

3.2. Protocolo

Dentro do proposto, e como já fora citado as úlceras foram avaliadas durante todas as sessões.

Utilizando o comprimento de onda de 905 nm, com meio ativo diodo de InGaAs ( Arsenieto de Gálio e Índio ), com 20 W de potência de pico, na dose inicial de 3 j/cm2 do dia 24/07/2003 a 12/08/2003; a partir da sessão seguinte, datada no dia 14/08/2003 foi adotada a dosagem de 6 j/cm2 que prosseguiu durante todo período de atendimento e que se estendeu até o dia 06/11/2003.

Das aplicações referentes ao trajeto da artéria tibial anterior e da veia safena parva tiveram o início no dia 04/09/2003 ao dia 06/11/2003, na intensidade de 10 j/cm2 inalterada até o dia 06/11/2003.

Os exercícios adotados foram alongamento dos músculos dos membros inferiores com ênfase em ísquios tibiais e tríceps sural, visando ganho da ADM e promovendo a manutenção do aparelho muscular, além dos realizados para promoção das condições circulatórias e conseqüentemente o aumento do aporte sanguíneo melhorando as condições nutricionais locais.

A higiene e limpeza do local lesado ficaram a cargo de profissionais da área da enfermagem disponibilizados pelo PSF (Programa de Saúde da Família), sendo realizada duas vezes ao dia.

O estudo contou com o paciente portador de úlcera cutânea de etiologia infecciosa.

3.3. Relato de caso

J.O.A, sexo masculino, 45 anos, hipertenso, não tabagista, obeso, portador de úlcera cutânea infecciosa, localizada em terço distal anterior lateral da tíbia direita se estendendo para toda área do dorso do pé, com 10,80 cm de largura e 30,55 cm de comprimento, com profundidade funda, oriunda de uma infecção hospitalar. A história familiar não revelou antecedentes.

O paciente fez uso do medicamento em forma de pomada chamado colagenase (cloranfenicol), e realizava consultas médicas periódicas. Costumava ingerir grandes quantidades de bebidas alcoólicas, porém, quanto à alimentação, não apresentava nenhum tipo de restrição.

A história pregressa do processo úlcerativo incluía tratamento através de diversos tipos de pomadas (antibióticos), ao longo dos dois meses, mostrando pequeno progresso e não causando reparação tecidual. A úlcera era tratada apenas com lavagem do local com água corrente e sabonete (pela equipe de enfermagem) duas vezes ao dia. O paciente dizia não sentir dores em situação alguma.

O paciente foi submetido ao tratamento com laserterapia de baixa intensidade de InGaAs, totalizando 29 sessões.

4. Resultado

Procedimentos baseados em estudo de medidas, iniciais e finais, que revela clara evidência da evolução do processo úlcerativo, levando em consideração as medidas iniciais comparadas com as finais.

5. Discussão (Laser na Cicatrização Tecidual)

O mais importante efeito do laser de baixa potência sobre a cicatrização de feridas foi o aumento da síntese de colágeno por parte dos fibroblastos, demonstrado nos experimentos onde monitorou-se essa síntese utilizando microscópio eletrônico para o controle da captação de prolina e glicina tritiada (RIGAU, 1996). Os efeitos observados fora da área tratada, foram atribuídos por MESTER (1974) e TRELLES (1983) a fatores humorais. Mediante esse importante postulado os autores preconizaram que no tratamento não seria necessário irradiar toda a área lesada para obter um efeito uniforme em toda a zona. Baseados nessa teoria, RODRIGO et al., em 1985, publicaram um estudo sobre o efeito do laser de He-Ne no tratamento de fístulas osteomielíticas múltiplas de ratos fêmeas, onde obtiveram a cura de todas elas no corpo, irradiando apenas uma única pata do animal.

Essa foi uma importante descoberta já que dessa forma surgiu uma possível resposta às dúvidas que apareceram quando equipes como as de KANA (1981), HUNTER (1984), BASFORD (1986) e SAPERIA (1986), em diferentes tipos de experimentos, não conseguiram resultados positivos na cicatrização de feridas padronizadas em animais de experimentação. Em todos esses experimentos, porém, os autores utilizaram o mesmo animal para estudar feridas irradiadas e não irradiadas. Ou seja, no mesmo animal utilizaram uma área com feridas não irradiadas como grupo controle e em outra área do mesmo animal, eram produzidas feridas que recebiam o tratamento e portanto eram irradiadas. Ainda assim, autores da equipe de SILVEIRA, pioneiro em pesquisas na área do laser de baixa potência no Brasil, em 1991, estudaram alguns aspectos do comportamento de mastócitos quando se irradiava cobaias com um diodo laser operando em 904 nm utilizando como modelo de estudo de feridas em cobaias, sendo a ferida controle e a ferida irradiada no mesmo animal, e observaram que havia maior degranulação de mastócitos, além de maior proliferação fibroblástica e aumento da substância fundamental do tecido conjuntivo nas feridas irradiadas em relação as controle, mesmo estas sendo no mesmo animal.

Outro grande pesquisador nessa área foi ABERGEL e em 1988 ele e sua equipe fizeram um estudo sobre feridas padronizadas usando como modelo pele de porcos onde compararam o efeito do laser de He-Ne e de uma lâmpada de tungstênio sobre a cicatrização tecidual. Realizaram um seguimento fotográfico para verificação da força de tensão e da evolução do diâmetro da área da ferida tratada. Concluíram que houve resultado positivo de até 94% nas feridas tratadas com laser de baixa potência. Ainda assim, STRUBE et al. (1988), no mesmo ano, publicaram um artigo onde fizeram um experimento similar a esse e obtiveram resultados negativos. Outros autores como HALL et al., em 1994, e CHELYSHEV e KUBITSKY, em 1995, também não conseguiram observar nenhum tipo de efeito dessa terapia sobre a cicatrização tecidual, muito embora o primeiro autor trabalhasse com fluências extremamente inferiores àquelas preconizadas na literatura, e os segundos trabalhassem com regeneração de axônios mielinizados, modelo de estudo de natureza muito diferente àqueles preconizados e utilizados na literatura, desde a década de 60.

5.1. Estudos in vivo

5.1.1. Efeitos Sistêmicos

Vários autores como MARTINEZ et al. (1984), LEUNG et al. (1985), RODRIGO et al. (1985), SMITH-AGREDA et al. (1985; 1986), SARTI et al. (1995) e VILLAPLANA et al. (1995) têm estudado os efeitos do laser de baixa potência sobre as funções endócrinas, principalmente sobre células em cultivo e em tecidos de pequenos roedores. Esses estudos utilizavam lasers emitindo na região do visível, como o He-Ne, e lasers emitindo no infravermelho próximo, com diferentes comprimentos de onda, e em todos eles, nos grupos irradiados foram estimuladas as funções endócrinas e a divisão celular. Nos grupos irradiados as células tireoideanas e hipofisárias mostraram incremento de sua atividade após irradiação da adenohipófise. Esses resultados nos levam a deduzir os possíveis efeitos sobre glândulas secretoras. Esses autores recomendavam evitar a irradiação clínica em humanos diretamente sobre zonas glandulares, ainda que não houvesse nenhuma evidência clínica de que esse tipo de laser pudesse produzir hiperfunção glandular. Por isso, nos primeiros livros referentes à terapia com laser de baixa potência, autores como CISNEROS & TRELLES em 1987, sugeriam como contra-indicação, a irradiação clínica direta de glândulas.

Outro grande autor que vem contribuindo muito em esclarecer os mecanismos básicos de ação desse tipo de laser é ROCHKIND, que com outros autores em 1989 publicaram um estudo sobre os efeitos sistêmicos do laser de He-Ne comparando três diferentes tipos de modelos experimentais em rato. Observaram a evolução de feridas cutâneas provocadas por queimaduras padronizadas, por injúria do sistema nervoso periférico e por injúria do sistema nervoso central nesses animais. Dividiram esses três modelos em dois grupos. Os animais receberam duas feridas, uma de cada lado da espinha dorsal. Um grupo foi o controle e não recebeu irradiação laser e o outro grupo recebeu irradiação apenas em uma das feridas. Ambas feridas, irradiadas e não irradiada, foram curadas em tempo significativamente inferior quando comparadas ao grupo controle não irradiado e não apresentaram diferença estatisticamente significante entre si. Os mesmos autores descreveram os efeitos positivos e sua persistência em longo prazo. Também demonstraram efeitos negativos quando se utilizou alta irradiância (200 mW/cm2).

Nessa mesma época, TRELLES et al. (1988) publicaram um estudo feito em sangue e línguas pulverizadas de rato, que haviam sido irradiadas com fluência de 2,4 J/cm2. Eles analisaram os níveis de histamina detectados em ambos modelos. Utilizaram dois protocolos: no primeiro trabalharam com um laser de 4 mW de potência de saída e no segundo com um laser de 50 mW. Em sangue não observaram alterações significativas entre os grupos irradiados e controle. Em língua, entretanto, o grupo irradiado com laser de 50 mW de potência de saída apresentou aumento de 30% de histamina em relação ao grupo controle, e no grupo irradiado com laser de 4 mW obteve-se aumento de 100% no nível de histamina em relação ao grupo controle.

Com base nesses resultados, os mesmos autores (TRELLES, 1989a e 1989b) realizaram um seguimento microscópio, com cortes semifinos e a nível ultraestrutural de línguas de rato irradiadas, e observaram degranulação de mastócitos significativamente aumentada nos grupos irradiados.

5.1.2. Efeitos Locais

Em 1982, DYSON e YOUNG demonstraram que um diodo laser emitindo na região do infravermelho próximo e com radiação pulsada e freqüência de 700 Hz acelerou a formação de tecido cicatricial enquanto que o mesmo diodo laser, com freqüência de 1200 Hz, não demonstrou ser efetivo quando não houve alteração em nenhum outro parâmetro de irradiação.

Em 1984, TRELLES e MESTER, publicaram um estudo clínico em pacientes portadores de úlceras vasculares de membros inferiores, onde as irradiaram com laser de He-Ne com fluência de 4 J/cm2. Os autores realizaram um seguimento fotográfico e à nível microscópico da evolução dessas feridas, observando melhor evolução do tecido de granulação, bem como da neo-vascularização e da epitelização dos grupos tratados com laser em relação aos grupos controles.

Em 1987, ABERGEL et al. publicaram um estudo dos níveis intracelulares de RNAm-procolágeno tipo I e tipo III presentes em feridas irradiadas com laser de He-Ne, comparando um grupo controle e um grupo irradiado com uma luz de tungstênio. Após 10 dias de tratamento não foram observadas alterações significativas. Aos 17 dias observou-se uma diferença no RNAm-procolágeno tipo I que aos 28 dias foi estatisticamente significativa. O RNAm-procolágeno tipo III aumentou aos 10 dias e foi significativo aos 17 e 18 dias.

Em 1988, TERRIBILE et al. fizeram um estudo utilizando um laser de He-Ne e um diodo laser emitindo no infravermelho próximo onde apresentaram um seguimento analisando o diâmetro das feridas, o material depositado no fundo e na superfície delas, seu grau de contração e de repitelização, a presença de fibras reticulares, de colágeno e elastina, além de material PAS positivo (presença de glicosaminoglicans) que foi produzido. Concluíram que tanto o laser de He-Ne como o diodo laser levaram a uma diminuição do tempo de epitelização e houve aparecimento mais precoce de material PAS positivo, favorecendo a cicatrização.

Em 1989, YEW et al. estudaram, por meio de microscopia de transmissão, a cicatrização em anastomoses intestinais tratadas com laser de He-Ne. Concluíram que houve maior síntese de colágeno nas suturas dos animais dos grupos tratados com laser.

Em 1989, BIHARI. e MESTER apresentaram um estudo clínico em pacientes portadores de úlceras. Os autores trabalharam com três grupos. Um grupo foi irradiado com laser de He-Ne, outro com a associação de laser de He-Ne e um diodo laser emitindo na região do infravermelho próximo e outro com uma luz não-coerente, cujo comprimento de onda foi de 632 nm. Em todos os grupos a fluência utilizada foi de 4 J/cm2. Os autores demonstraram a eficácia terapêutica da associação dos diferentes tipos de lasers, que demonstraram melhores resultados quando comparados aos demais grupos.

Em 1989, o filho de Endre Mester, Andre MESTER, que após a morte de pai manteve sua linha de pesquisa, publicou um seguimento clínico de 2167 pacientes portadores de úlceras cutâneas ou de mucosas, confirmando que a fluência ideal para a terapia desse tipo de úlceras era de 4 J/cm2, fluência essa que já havia sido preconizada como ideal por seu pai em 1966 (MESTER, 1966).

Em 1990, ENWEMEKA et al. realizaram um seguimento da cicatrização de tendões de Aquiles após sua incisão cirúrgica. A irradiação realizou-se transcutaneamente, com laser de He-Ne. Os autores observaram o número de fibroblastos e de fibras colágenas e concluíram que foram mais abundantes e seguiram um bom alinhamento no eixo longitudinal nos tendões irradiados em relação aos controles não irradiados.

Em 1991, TSUCHIDA et al. trataram feridas cirúrgicas de ratos normais e diabético-induzidos com laser de He-Ne com scanner e com fluência de 4 J/cm2. Fizeram um estudo do seguimento da velocidade de fechamento dessa feridas e observaram que as feridas tratadas com laser fecharam antes, tanto nos animais normais como nos diabéticos, quando comparados a seus respectivos grupos controles.

Em 1998, MORRONE et al., publicaram um estudo sobre a ação de um diodo laser de Ga-Al-As sobre trauma muscular. Os autores prensaram músculos de pata posterior de coelhos adultos e irradiaram com um diodo laser operando em 780 nm, com diferentes parâmetros de irradiação. Os animais foram divididos em 4 grupos. O grupo 1 foi usado como controle, o grupo 2 foi tratado com fluência de 150 J/cm2 e freqüência de 50 Hz, o grupo 3 foi tratado com fluência de 250 J/cm2 e freqüência de 100 Hz e o grupo 4 foi tratado com fluência de 800 J/cm2 com radiação contínua. A avaliação histológica e histomorfométrica do dano muscular e da cicatrização tecidual demonstraram melhor qualidade e quantidade do processo reparacional nos animais dos grupos irradiados. O grupo onde se obteve os melhores resultados foi aquele irradiado com 800 J/cm2 e com radiação contínua.

5.1.3. Efeitos Vasculares

Microcirculação – Foi demonstrado que o laser de baixa potência aumentava o grau de vascularização do tecido neoformado, quando se irradiava feridas em processo de cicatrização.

Em 1982, BENEDICENTI demonstrou que o fluxo de sangue em capilares mesentéricos aumentou após a irradiação com um diodo laser operando em 904 nm, fenômeno esse confirmado em 1984 por MIRÓ et al. que utilizaram como modelo de estudo o leito de unha e irradiaram com um diodo laser de As-Ga, observando que a circulação da região aumentou após a irradiação. O incremento do fluxo sangüíneo continuou durante 20 minutos após cessar a irradiação com laser, inclusive quando a área alvo foi esfriada. Em 1983, TRELLES et al. publicaram um experimento realizado em olho de coelho onde novamente foi confirmado esse fenômeno. Resultados similares foram obtidos em 1984 por MAYAYO e TRELLES, quando irradiaram mucosa anal de ratos. Nesses experimentos o esfíncter final dos capilares foi o primeiro a responder e a resposta dependeu da severidade da lesão na microcirculação.

MIRÓ concluiu que a vasodilatação e o aumento da microcirculação são resultados de um aumento do metabolismo tecidual e da normalização da homeostase.

5.1.4. Fluxo Linfático

LIEVENS foi um autor que trabalhou bastante no tema de efeitos do laser de baixa potência na atividade do sistema linfático. Publicou vários trabalhos bastante elucidativos nessa área (1986, 1988, 1990). Em 1991, o autor publicou um estudo grande com 50 animais, onde fez incisões na região abdominal de ratos e as irradiou com um laser de He-Ne e um diodo laser de As-Ga operando em 904 nm e avaliou a adesão pós-cirúrgica, o edema local e a regeneração de veias e de vasos linfáticos da região mesentérica. Observou que ao irradiar essa região com laser, o fluxo linfático instalou-se rapidamente. A regeneração dos vasos linfáticos nos animais tratados com laser foi mais rápida que nos do grupo controle não irradiado. No primeiro grupo estava completa aos 9 dias, enquanto que o grupo controle apresentou regeneração incompleta ainda aos 55 dias após a cirurgia. O autor também observou uma neovascularização formada significativamente mais rápida nos animais tratados, que se deu em menos da metade do tempo que nos animais do grupo controle. A adesão peritoneal foi escassa nos grupos tratados com laser, enquanto que foi comum nos grupos controle.

Em 1986, LABAJOS observou que após a irradiação do intestino de ratos com um diodo laser de As-Ga emitindo no infravermelho próximo, com fluência de 1J/cm2, o fluxo de água e eletrólitos através da parede do intestino dos animais do grupo irradiado foi retardado simultaneamente com um incremento do potássio intracelular.

Considerações Finais

Com base nos dados e nas observações clinicas, o presente estudo sugere a atuação do laser tipo InGaAs revela-se eficaz no processo de cicatrização da ferida. Não se pode, no entanto, provar cientificamente que o comprimento de onda seja a causa de tal resposta, pois a terapia com laser de baixa potência ainda não definiu parâmetros com relação dose, comprimento de onda e potência a ser utilizado.

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CARRARA, A. H.

Acadêmico do Curso de Fisioterapia das Faculdades Adamantinenses Integradas – FAI.

BRITO, M. A. P..

Professor das Matérias de Biofísica, Fisiologia e Supervisor de Estágio do Curso de Fisioterapia das Faculdades Adamantinenses Integradas.

ANEXO 1

Termo de Consentimento Livre e Esclarecimento

O aluno Alexandre Henrique Carrara, está realizando a pesquisa sobre O uso do laser 905nm na reparação de feridas abertas em um indivíduo da cidade de Lucélia, SP com o objetivo de analisar a cicatrização total da lesão. Para isto foi utilizado o laser InGaAs, com comprimento de onda 905nm e 20W de potência de pico. Foi realizado um tratamento de duas vezes por semana, com um total de 3horas semanais.

Este estudo poderá proporcionar mais informações para o tratamento de feridas abertas.

Cabe esclarecer, que a qualquer momento do tratamento você poderá pedir seu desligamento do estudo constatando o pesquisador, que estará disponível para quaisquer outros esclarecimentos sobre a pesquisa.

Eu ———————————————Rg—————————————residente à

——————————————–tel.—————————-, declaro que, após ter sido Convenientemente esclarecido pelo pesquisador, consinto em participar na amostragem do projeto de pesquisa em questão, por livre vontade sem que tenha sido submetido a qualquer tipo de pressão.

————————————————-

Pesquisador:

*Alexandre Henrique Carrara

**Responsável: CARRARA, A. H. e BRITO, M. A. P

Fonte:http://www.fisionet.com.br/monografias/interna.asp?cod=17

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