Reabilitação aquática como tratamento nas disfunções orgânicas

Publicado em 15 de abril de 2015

Olá pessoal abaixo um texto super interessante sobre Hidroterapia, aproveitem!

Reabilitação aquática como tratamento nas disfunções orgânicas

Reabilitação aquática como tratamento nas disfunções orgânicas

Reabilitação aquática como tratamento nas disfunções orgânicas

“A reabilitação aquática como tratamento nas disfunções orgânicas”

Com base em estudos feitos nas observações do desenvolvimento das crianças, principalmente na hora do banho, chegou-se a conclusão de que a água teria um papel fundamental na reabilitação de disfunções que acometem o ser humano. Estas disfunções podem ser genéticas (adquiridas em vida intra-uterina) ou podem ocorrer durante qualquer etapa do desenvolvimento da vida do ser humano.

A hidroterapia – “HIDRO” = água e “TERAPIA” = processo de habilitação e reabilitação – teve uma grande evolução desde sua descoberta e hoje é um método de tratamento, dentro da fisioterapia, muito importante na reabilitação em doenças de acometimento infantil e adulto. A reabilitação aquática faz uso das propriedades físicas da água para que o tratamento seja planejado e direcionado à doença do paciente em particular.

Hoje a hidroterapia é usada em diversas áreas e também como prevenção, como no caso das gestantes. Importante salientar que a hidroterapia se diferencia da hidroginástica, onde nesta o principal objetivo é o condicionamento físico e não a reabilitação. Portanto, a hidroterapia somente será feita com uma profissional fisioterapeuta.

Após o encaminhamento do médico responsável, o paciente passará por uma avaliação fisioterápica minuciosa, onde o profissional estabelecerá a forma mais adequada e eficaz de tratamento e traçará os objetivos a serem alcançados com o paciente. O hidroterapeuta deve ter conhecimento das alterações avaliadas, cuidados com a prática da hidroterapia e conhecimento dos métodos a serem utilizados para que com isso, consiga alcançar seus objetivos de reabilitação e ou adaptação funcional do paciente.

Fonte consultada:http://www.artsbrasil.org.br/fase2/terapiadet.asp?p=106

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