MUSICOTERAPIA:UMA VIAGEM INTERIOR

Publicado em 31 de outubro de 2014

Não se ouve somente com os ouvidos, mas literalmente com o corpo todo.

Existem 2 tipos de musicoterapia:

A terapia interativa feita para coordenação motora com instrumentos musicais. Usada mais para crianças e deficientes mentais ou físicos.

A terapia meditativa transcendental, que por sua vez se divide em:

a) -passiva

b) -ativa

Nem todo ou qualquer tipo de música serve para ambas, apesar que de maneira geral, a música de qualquer espécie implica em laser, diversão e meditação de uma forma externa. Mas para trabalhos objetivos na meditação, por exemplo, usamos músicas de denominacão New Age ou World Music.

A New Age, que não possui instrumentos percursivos (tambores ou bateria), mas somente harmonia e melodia suaves, é usada na meditação passiva (ondas Alpha).

Já a World Music, que possui características tribais e rituais, com ritmos marcados e cadenciados, é usada para meditação ativa (ondas Beta) juntamente com movimentos como mudras indianos e danças.

Para a utilização correta, deve-se sempre consultar um especialista para a análise holística do problema, para se empregar corretamente o tipo de meditação necessária.

O terapeuta em questão deve analisar o problema geral (se há quadros depressivos, neuroses, problemas genéticos, intelecto, nível espiritual, etc. …)

Quando feita e diagnosticada corretamente, a musicoterapia infalivelmente melhora estados depressivos, regula a pressão arterial, batimentos e obstruções cardíacas, alinha os chackras, o corpo emocional e biológico, expandindo a aura, aumentando assim a imunização contra os vírus e as bactérias.

No fim desta matéria há uma indicação específica informal sobre alguns tipos de música e seus respectivos compositores/obras para pesquisa e utilização.

As músicas não instrumentais (que possuem letras) não são utilizadas de maneira geral na musicoterapia, a não ser as que contém cantos sacros, no caso Mantras, Kirtanas hindus e cantos Gregorianos (polifônicos ou monosolos). Não existem preconceitos, mas definitivamente uma boa parte das músicas ditas populares de qualquer estilo não servem para elevação da mônada espiritual ou terapia profunda esotérica.

Finalizando, música é como comida. Se ingerirmos uma de má qualidade, teremos uma bela indigestão. Abaixo, indicações básicas de Músicas/Obras/Compositores, mas fica claro que é bom consultar sempre um especialista na área para se obter resultados satisfatórios.

OBRAS

Os compositores mais utilizados de maneira geral são:

Kitaro, Vangelis, Steven Halpern, Klaus Schulze, Tangerine Dream, Meetra Ravindra, Aeoliah, Santus, Enya, Mantras Tibetanos e Hindus, Kirtanas (cantos devocionais védicos), Steve Roach, Brian Eno, Steve Riller, Popol Vuh, Softwere, AlphaIII (meu projeto especial), etc. … Estes acima são utilizados mais para meditação passiva (New Age).

Já para meditação Ativa:

Enigma, Oceania, Deep Forest, Nusrat Fateh Ali Khan, Era, Constance Demby, Criara, Cirque du Soleil, Ofra Haza, Natascha Atlas, Sequencia (variados),toda Dance e Trance Music Eletronica, entre eles Kraftwerk, Jean Michel Jarre, Richard Pinhas, etc. …

Citei mais obras e autores conhecidos para o leigo poder se orientar. Geralmente eu pessoalmente utilizo muitas outras coisas, incluindo as feitas sob medida em terapias particulares. Também criamos freqüências e músicas especiais segundo análises de cada tipo ou necessidade do paciente.

Amyr Cantusio Jr.

ordotempli@bol.com.br

Musicoterapeuta, Compositor e Ocultista.

http://www.maestre.org/musicoterapia.htm

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