Depressão e Somatização em Pacientes com DTM

Publicado em 23 de março de 2015

Depressão e Somatização em Pacientes com Disfunção Temporomandibular

Depressão e Somatização em Pacientes com DTM

Depressão e Somatização em Pacientes com DTM

Depressão e Somatização em Pacientes com DTM

Este estudo compara os níveis de depressão e somatização em pacientes em único e múltiplo grupo de diagnóstico, segundo o critério de diagnóstico para pesquisa (CDP/DTM).

Material e métodos. O CDP/DTM foi estabelecido para permitir padronização e replicação das mais comuns formas de pesquisas relacionadas a músculo e articulação; e é dividida em dois eixos: eixo I, DTM clínica, e eixo II, incapacidade relacionada a dor e estado psicológico. Cento e dezessete pacientes (28 homens e 89 mulheres; idade média, 33.3 ± 10.3 anos) com clínica de DTM definida pelo CDP/DTM foram selecionados. O questionário da história e formas de exames do CDP/DTM foram avaliadas diretamente através de computadores com o uso de um programa de ‘software’ desenvolvido na Universidade Nacional de Cingapura (NUS TMDv1.1 software). Variáveis do eixo I e II foram geradas ‘online’ e autimaticamente arquivadas para análise estatística. Pacientes foram subseqüentemente classificados em 7 grupos baseados na presença dos vários grupos diagnósticos do eixo I do CDP/DTM: grupo A, apenas dor miofascial (grupo I); grupo B, apenas deslocamento de disco (grupo II); grupo C, outras condições articulares como artralgia, osteoartrite, e osteoartrose apenas (grupo III); grupo D, dor miofascial e deslocamento de disco (grupo I e II); grupo E, dor miofascial e outras condições articulares (grupo I e III); grupo G, dor miofascial, deslocamento de disco, e outras condições articulares (grupo I, II, e III). Diferenças na pontuação do ‘Checklist-90’ dos sintomas principais entre os grupos foram comparados por testes de análise de variância/Sheffé para contrastar níveis de depressão e somatização entre os vários grupos diagnósticos de eixo I (a=.05).

Resultados. As freqüências dos diferentes grupos foram as seguintes: grupo A, 26%; grupo B, 29%; grupo C, 12.8%; grupo D, 6.0%; grupo E, 13.7%; grupo F, 4.3%; e grupo G, 6.8%. Aproximadamente 39% dos pacientes eram clinicamente deprimidos, e 55% tinham somatização de moderada a severa. Diferenças entre depressão e somatização com pontuação dos itens de dor foram significantes entre os grupos (P<.05).

Conclusão. Dentro das limitações deste estudo, pacientes diagnosticados com dor miofascial e outra condição articular (grupo E) tinham significantemente maior nível de depressão (P=.03) e somatização (P=.03) do que pacientes diagnosticados com apenas deslocamento de disco (grupo B).

escrito por:Adrian U. J. Yap, BDS, MSc, PhD, Keson B.C. Tan, BDS (Hons),

Cert Prosthodont, MSD,Ee Kiam Chua, BDS,MDS, e Hee Hon Tan,BDS,MDS

fonte:http://www.dtmedororofacial.com.br/abstracts.php?id=3#p

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