Avaliação dos efeitos do reequilíbrio tóraco-abdominal

Publicado em 8 de abril de 2015

“Avaliação dos efeitos do reequilíbrio tóraco-abdominal”

“Avaliação dos efeitos do RTA”

Avaliação dos efeitos do reequilíbrio tóraco-abdominal

Avaliação dos efeitos do reequilíbrio tóraco-abdominal

Objetivo: Avaliar os efeitos do método Reequilíbrio Tóraco-abodminal (RTA) sobre a mecânica pulmonar em recém-nascidos (RNs) prematuros.

Material e Métodos: Estudamos 12 prematuros internados no berçário com peso de nascimento < 1.500 g, em respiração espontânea e ar ambiente e repetimos em média após 15 dias.

Os prematuros foram divididos aleatoriamente em dois grupos (G1 e G2), sendo o primeiro com 5 bebês submetidos ao RTA no intervalo entre os exames; o segundo foi o controle. O primeiro exame foi realizado quando o RN estava clinicamente estável. As técnicas de RTA foram: alongamento passivo simultâneo dos músculos inspiratórios e estimulação do diafragma. O manuseio utilizado para melhorar a dinâmica do diafragma incluiu as manobras de apoio tóraco-abdominal e abdominal inferior. Foi usado o reposicionamento costal para minimizar a posteriorização das costelas e a cifose costal decorrentes da distorção torácica. Os RNs foram posicionados em supino com flexão dos membros, tentando reproduzir o padrão postural dos bebês nascidos a termo.

O fluxo de vias aéreas foi obtido por meio de uma máscara facial acoplada ao pneumotacógrafo, a pressão esofageana por um cateter posicionado no 1/3 inferior do esôfago, a pressão de vias aéreas foi medida por um transdutor de pressão junto à máscara e os movimentos tóraco-abdominais aferidos pelo Respitrace. Analisamos a complacência pulmonar (CI) a resistência pulmonar total (RT), inspiratória (RI) e expiratória (RE), trabalho respiratório (W) e ângulo de fase.

Resultado: O G1 apresentou melhora significativa (p<0,05) de CI e RE. O G2, ao contrário, apresentou piora significativa (p<0,05) da RT, RI e W.

Conclusão: Os resultados apresentados indicaram uma influência do RTA na mecânica pulmonar dos recém-nascidos.

escrito por:Lima, M.P., Costa, A. M., Ramos, J.R.M., Sant’Anna, G.M. Gualda, A. L., Calvente, M. e Lopes, J.M.

fonte:http://www.rtaonline.com.br/03trab/trab_i1-1.html

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